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	<title>MacDicas &#187; Mac</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>Um Garageband para ebooks?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 13:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sgobin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na próxima quinta-feira (19/01) haverá um evento Apple, marcado pra acontecer em Nova York e focado em educação. Segundo o Ars o evento trará um novo software da Apple para a confecção de e-books interativos. O post chama de um Garageband para ebook. Será? Se eles estão dando dicas no nome, é um software voltado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima quinta-feira (19/01) haverá um evento Apple, marcado pra acontecer em Nova York e focado em educação. Segundo o <a href="http://arstechnica.com/apple/news/2012/01/apple-to-announce-tools-platform-to-digitally-destroy-textbook-publishing.ars" target="_blank">Ars</a> o evento trará um novo software da Apple para a confecção de e-books interativos. O post chama de um Garageband para ebook. Será? Se eles estão dando dicas no nome, é um software voltado para o usuário final capaz de produzir conteúdo para a iBook Store. Seria algo como o que aconteceu com o SDK do iOS? Qualquer entusiasta poderia produzir seu iBook e torná-lo disponível para os milhões de iDevices?</p>
<p><span id="more-165"></span></p>
<p>É de se esperar até quinta para ver, mas é bem possível uma nova revolução digital, agora com os livros. Sinceramente eu espero que seja um XCode para ebooks. Capaz de satisfazer entusiastas e profissionais e que venha nos moldes do iTunes com a Apple conseguindo um preço justo para o material.</p>
<p>Livros são muito caros no Brasil, livros-texto, os tratados que usamos nas universidades, são caros no mundo todo. Nem a iBook Store conseguiu reduzir o custo. A maioria dos livros de grandes editoras tem quase nenhuma diferença entre a versão impressa e a versão digital. Isso porque os custos da impressão por livro são pequenos se comparados a outros. Some-se a isso a mentalidade retrógrada de tantas editoras que acham que livro digital = pirataria. Pos isso uma aposta da Apple nesse caminho é, no mínimo, interessante. Ela provou que é possível sim vender música digital e lucrar muito por isso. Os usuários em sua grande maioria estão dispostos a pagar por conteúdo, contanto que considerem o preço justo.</p>
<p>Talvez eu esteja divagando, mas talvez um novo modelo de distribuição de conteúdo esteja sendo elaborado. Na biografia de Steve Jobs pode-se ler que ele estava pessoalmente tratando desse assunto. E quem leu esta e outras &#8220;biografias&#8221; sobre Mr Jobs sabe muito bem que ele era capaz de associar um raciocínio ideológico com a matemática capitalista. O mercado de livros-texto é algo em torno de 8 bilhões anuais.</p>
<p>As dificuldades são grandes. Hoje, apesar de vários esforços, não existe uma maneira simples de se criar um e-book interativo. Os melhores que eu vi até agora são os da <a href="http://www.inkling.com/" target="_blank">Inkling</a>. Eles até têm o conceito de compra de capítulos. Você já teve que estudar para uma prova em que você tem um livro base, mas a cada aula o capítulo de um outro livro era citado? E daí você gastava uma fortuna numa porcaria de xerox (estou usando em minúscula como sinônimo de fotocópias) para conseguir estudar para a prova?</p>
<p>Essa é a mudança de paradigma que pode acontecer.</p>
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		<title>iTunes Match, o Shuffle e o 3G</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 02:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sgobin</dc:creator>
				<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[iTunes]]></category>
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		<description><![CDATA[Um comentário rápido de uma coisa que acabo de perceber: quando você dá Shuffle em um idevice que está com o iTunes Match ativado em uma playlist ou para todas as suas músicas, ele não leva em consideração se a música está no dispositivo ou se ela está no iCloud e precisa ser baixada. Ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um comentário rápido de uma coisa que acabo de perceber: quando você dá Shuffle em um idevice que está com o iTunes Match ativado em uma playlist ou para todas as suas músicas, ele não leva em consideração se a música está no dispositivo ou se ela está no iCloud e precisa ser baixada. Ele apenas escolhe da sua lista. Se a música se encontra no dispositivo ele toca, se ela está na núvem ele faz um misto de stream e download. Começa a baixar a música e a tocá-la ao mesmo tempo.</p>
<p>Eu acho que esse é o modo correto dele proceder, afinal a idéia é: você tem todas as suas músicas disponíveis não importa onde você esteja. Mas existem alguns detalhes que precisam ser tratados, ainda mais em nosso país e nossos planos 3G &#8220;capados&#8221;. E eu acabei descobrindo isso hoje, na prática, porque não tinha encontrado referência sobre isso antes.</p>
<p><span id="more-154"></span></p>
<p>Primeiro é preciso pensar em banda, cota de download. A maioria dos planos das operadoras são &#8220;ilimitados&#8221; a certo ponto. Você tem uma cota, se atingí-la, a internet continua funcionando, mas a uma velocidade inconcebível, é como voltar ao tempo das conexões discadas. Meio dia para uma página. Por isso a gente costuma economizar no uso 3G. Mas se você sai por aí com seu iPhone no modo shuffle songs, com todas ou a grande maioria de suas músicas na iCloud, pode acabar com sua cota rapidinho: uma música a 256kbps tem em média 8 MB, sendo otimista, 10 músicas, 80MB e lá se foi a cota de alguém.</p>
<p>Depois disso é preciso pensar em &#8220;engasgos&#8221;. Não há dúvida que a cobertura celular melhorou, mas ainda tem um belo caminho pela frente, 3G então&#8230; pega, não pega. Como é um misto de download e stream, o iPhone começa a baixar a música e estimando a velocidade do download ele começa a tocá-la quando já estiver baixado o suficiente para não haverem engasgos. Mas é uma estimativa, se o download começa bem e empaca, pronto, engasgo. Silêncio. Ou se a conexão está uma porcaria, ao passar de uma música para outra, pode haver um intervalo considerável.</p>
<p>Veja esse caso de um leitor. Ele estava com o iPhone ligado a bluetooth no carro a primeira vez após ter ativado o iTunes Match. Reparou que as músicas estavam demorando muito para passar de uma para outra, até que simplesmente elas pararam. Ele verificou o iPhone e ele estava também sem tocar, tentou trocar de música mas nada. Só depois descobriu que na verdade era o sinal do 3G que tinha desaparecido, então lembrou-se do stream mas já haviam se passado algumas horas e lá se fora a sua cota de download do plano.</p>
<h3>Desativando ou Ativando o iTunes Match via 3G</h3>
<p>Claro que pensaram sobre isso e existe uma opção para permitir que o iPhone/iPad façam ou não o download das músicas do iTunes Match quando estiverem apenas conectados por 3G. O problema é que esconderam ela e esquecerem de avisar. Você ativa o iTunes Match em seu iDevice em Settings &gt; Music. Mas a &#8220;chavinha&#8221; que liga/desliga fica em Settings &gt; Store (Loja)! Lá você encontra a opção para ativar os Downloads Automáticos e abaixo, a opção para usar ou não a rede celular para isso. Pois é essa mesma opção que habilita ou não o uso da rede 3G para o iTunes Match. Se bem que para mim a opção errada é iTunes Match abaixo de músicas e não de loja.</p>
<p>Uma última consideração, principalmente se sua biblioteca de músicas é grande, e a capacidade de seu iPhone pequena. Lembre-se de que cada música tocada acaba armazenada no iDevice, ocupando espaço.</p>
<p>O iTunes Match é revolucionário, sem dúvida, talvez a melhor medida para se acabar com a pirataria de música. Além disso é uma mão na roda se você tem mais de um Mac ou iDevice. <a title="Ativando o iTunes Match Brasil" href="http://macdicas.com.br/blog/ativando-o-itunes-match-brasil/">Ativá-lo é simples</a>, mas existem alguns cuidados a serem tomados.</p>
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		<title>Ativando o iTunes Match Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 17:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sgobin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[itunes match]]></category>
		<category><![CDATA[itunes store]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais do que a chegada de filmes e músicas na iTunes Store brasileira, tivemos a chegada do iTunes Match. Um sistema de armazenamento de música no iCloud e que disponibiliza todas as suas músicas em seus dispositivos. São na verdade dois serviços complementares. Um &#8220;gratuito&#8221; e outro pago. Itunes na Nuvem O primeiro serviço está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais do que a chegada de filmes e músicas na iTunes Store brasileira, tivemos a chegada do iTunes Match. Um sistema de armazenamento de música no iCloud e que disponibiliza todas as suas músicas em seus dispositivos. São na verdade dois serviços complementares. Um &#8220;gratuito&#8221; e outro pago.</p>
<p><span id="more-146"></span></p>
<h3>Itunes na Nuvem</h3>
<p>O primeiro serviço está disponível para as Músicas, Apps e Livros que você comprar na iTunes Store. Funciona assim: primeiro você ativa o serviço em cada um de seus dispositivos, Macs, PCs, iPhones, iPads, iPods Touch. Depois disso, sempre que você fizer uma compra em algum dos dispositivos vinculados a essa conta na iTunes Store o app, a música ou o livro são baixados automaticamente pelos outros dispositivos.</p>
<p>Você compra e baixa uma música em seu Mac e ela vai ser baixada em seu iPhone também. Para ativar é simples.</p>
<p><strong>No Computador:</strong> Abra o iTunes, vá para Preferências &gt; Loja e marque os itens que você quer que sejam baixados automaticamente.</p>
<p><strong>iPad, iPhone e iPod Touch:</strong> Preferências &gt; Loja e ative os ítens.</p>
<p>Super cool, mas e o monte de MP3s que eu tenho aqui em minha coleção? As noites em claro ripando meus CDs para ter tudo sempre ao &#8220;pé do ouvido&#8221; (piadinha infame)? É aí que entra o iTunes Match.</p>
<h3>iTunes Match</h3>
<p>Com o iTunes Match você consegue ter toda a sua coleção disponível, seja ela comprada na iTunes Store, ripada de algum CD ou o que for, disponível para você em todos os seus dispositivos. O único porém é que o serviço é pago, você vai precisar de um cartão internacional e assinatura vai custar 25 doletas por ano, o que no câmbio de hoje (15/12/2011) dá menos de R$ 50,00! É uma bela oferta.</p>
<p>Depois que você ativa o serviço, o iTunes vasculha sua biblioteca &#8220;ouvindo&#8221; os arquivos. Um algorítimo compara a assinatura do arquivo de música com o banco de dados de música da Apple. Se ele encontrar o arquivo correspondente ele marca seu arquivo como &#8220;matched&#8221;. As músicas não identificadas, são subidas no iCloud para estarem disponíveis para você.</p>
<p>Agora você ativa o serviço em seu iPhone por exemplo, e ele vai mostrar toda a sua biblioteca. Você escolhe a música e ele baixa e você pode ouvir! Para as músicas que ele encontrou, ele vai baixar uma versão de 256k DRM free. Se quiser dá até para você substituir sua versão de 128kbps com um truquezinho. Há um limite para 25.000 músicas, as que você comprou na iTunes Store não entram na conta.</p>
<h3>Ativar o iTunes Match</h3>
<p>Para usufruir do iTunes Match você pode fazer assim, lembre-se de que você vai ter que assinar o serviço, por isso vai precisar de um cartão de crédito internacional vinculado a sua conta na iTunes Store.</p>
<ol>
<li>Atualize seu iTunes. Para o iTunes Match Brasil você vai precisar do iTunes 10.5.2 ou superior. Você encontra o iTunes mais novo <a href="http://www.apple.com/br/itunes/download/" target="_blank">aqui</a>.</li>
<li>No iTunes escolha Loja &gt; Ativar iTunes Match ou clique na barra lateral do iTunes em iTunes Match.</li>
<li>Clique no botão Subscribe. Lembre-se que o serviço é pago! Você pode seguir as instruções sobre seus dados e pronto.</li>
</ol>
<p>Agora é esperar. Dependendo da quantidade de músicas que você tem na biblioteca, vai demorar; e pode demorar muito! O melhor é você deixar o iTunes fazendo a coleta de informações e arrumar alguma coisa pra fazer.</p>
<p>Na minha experiência demorou bastante, além de algumas &#8220;travadas&#8221;. São 3 passos, no primeiro ele coleta as informações sobre sua biblioteca. No segundo ele compara as músicas. E no terceiro ele sobe as músicas, capas e id3 tags.</p>
<p>O passo 1 foi tranquilo. O passo 2 empacou. Ele vai &#8220;contando&#8221; as músicas. De vez em quando ele parava enroscado na contagem. O melhor é esperar, mas se você for mais ansioso, pode usar o botão Parar e depois Iniciar. Há vários threads nos fóruns da Apple sobre o iTunes paralisado em algum dos passos. Parece que tem certa dificuldade com alguns tipos de arquivos.</p>
<p>Outra dica é que se você notar que ele está a muito tempo fazendo o upload de determinada música, vale a pena clicar no Parar e Iniciar.</p>
<p>Depois é só ativar o serviço em seus dispositivos e preferências &gt; músicas.</p>
<h3>Resolvendo alguns problemas e outros truques</h3>
<p>A primeira dica é paciência. Identificar as músicas não é um trabalho simples, ele não lê as tags apenas, mas compara algum tipo de assinatura digital. Eu até acho que parte dessa comparação é feita na Cloud, pois ele usa a conexão com a internet o tempo todo.</p>
<p>O tamanho de sua biblioteca vai influenciar muito no tempo. Se você tem 100, 1.000 ou 10.000. A quantidade de músicas que ele for capaz de identificar e &#8220;Match&#8221; com a biblioteca da Apple. Algumas músicas ele simplesmente não vai identificar, mesmo que você saiba que ela está a venda na iTunes Store. Às vezes, de um mesmo album que ripei do mesmo CD, algumas músicas ele identificou, outras não.</p>
<p>Para você acompanhar mais ou menos quais músicas ele identificou, clique com o botão direito sobre o topo de sua lista da biblioteca e marque iCloud Status e iCloud Download. Veja a figura:</p>
<p><img class="size-full wp-image-148 aligncenter" title="shot1" src="http://macdicas.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/shot1.jpg" alt="" width="264" height="314" /></p>
<p>Cada ícone tem um <a href="http://support.apple.com/kb/TS4124" target="_blank">significado</a>.</p>
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		<title>Redimensionando Janelas no Lion</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 00:42:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sgobin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[10.7]]></category>
		<category><![CDATA[Finder]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já sabe que no Lion pode dimensionar as janelas a partir de qualquer canto ou aresta. Mas como o Finder adora uma tecla de atalho aí vai uma dica rápida. Redimensione a janela usando Opt pressionada faz com que a aresta oposta da janela também se mova. Usando Shift pressionada, mantém-se a proporção da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já sabe que no Lion pode dimensionar as janelas a partir de qualquer canto ou aresta. Mas como o Finder adora uma tecla de atalho aí vai uma dica rápida.</p>
<p>Redimensione a janela usando Opt pressionada faz com que a aresta oposta da janela também se mova. Usando Shift pressionada, mantém-se a proporção da janela.</p>
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		<title>Finalmente Copiar, Colar e Recortar no OS X, ou não!</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 02:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sgobin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[Lion]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre os &#8220;200&#8243; novos recursos do OS X Lion, um, que nunca vi alguém comentando, implementou algo que a tanto tempo, muita gente (eu inclusive!) estava aguardando: a possibilidade de mover arquivos de um lugar para o outro usando as teclas de atalho! Mas é claro que nem tudo é alegria e por algum motivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre os &#8220;200&#8243; novos recursos do OS X Lion, um, que nunca vi alguém comentando, implementou algo que a tanto tempo, muita gente (eu inclusive!) estava aguardando: a possibilidade de mover arquivos de um lugar para o outro usando as teclas de atalho!</p>
<p>Mas é claro que nem tudo é alegria e por algum motivo que só deve ser claro na mente de Mr. Jobs você ainda não vai conseguir o Recortar e Colar que estava esperando. Como assim?</p>
<p>Experimente usar um Cmd+X em algum arquivo para ver o que acontece: Nada. Para você mover um arquivo de um local para o outro via Finder você vai usar o Cmd+C como sempre, mas na hora de &#8220;colar&#8221; é que fica a diferença. Se você utilizar Cmd+Opt+V o arquivo será movido e não copiado.</p>
<p>Resumindo para você que ficou confuso: Cmd+C para escolher o arquivo, com essa referencia na memória, use Cmd+V para copiar ou Cmd+Opt+V para mover.</p>
<p>Agora alguém pode me dizer pra que fazer assim? Porque não usar o já consagrado Copiar, Recortar e Colar? Em qualquer programa, da Apple inclusive, Cmd+X recorta, seja texto, um mesh num programa 3D, um shape no illustrator, um clipe no FCPX, tabela no Numbers, ou seja &#8220;tudo em qualquer coisa&#8221;. Menos no Finder, nele você inicia o processo igual e no final decide se vai querer copiar ou mover. Faz sentido? Talvez se já não existisse o Cmd+X que estamos tão habituados.</p>
<p>De qualquer maneira, melhor um na mão do que dois voando.</p>
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		<title>Feliz Aniversário Mr. Jobs</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 11:55:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sgobin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[1985]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Playboy]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje, 24 de fevereiro é aniversário de Steve Jobs, nascido em 1955. Para comemorar seu aniversário, segue uma tradução de alguns trechos de uma entrevista concedida a Playboy americana em 1985, logo depois dele ter sido demitido. Em um ano em que a maioria das pessoas perguntavam &#8220;o que é um computador&#8221;, Jobs já tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, 24 de fevereiro é aniversário de Steve Jobs, nascido em 1955. Para comemorar seu aniversário, segue uma tradução de alguns trechos de uma entrevista concedida a Playboy americana em 1985, logo depois dele ter sido demitido.</p>
<p>Em um ano em que a maioria das pessoas perguntavam &#8220;o que é um computador&#8221;, Jobs já tinha uma visão do que a &#8220;novidade&#8221; poderia se tornar; e como ela afetaria a vida das pessoas. Para os mais novos e para nostalgia dos mais antigos, vale lembrar que em 1985 internet era algo distante de quase todos, computadores eram máquinas de escrever com tela verde, celulares eram&#8230; de fato &#8220;não eram&#8221;&#8230;</p>
<p>Na época dos grandes Mainframes Jobs revolucionou ao introduzir um computador montado em uma garagem, patrocinado pela venda de sua Perua Wolks, e que você poderia levar para casa.</p>
<p>Em 2007, quando resolveu entrar de vez no mercado de celulares, várias críticas apontavam o incrível fracasso, de como a Apple não conseguiria competir com a Motorola, Nokia e RIM.</p>
<p>Há cerca de um ano, ele lançou um iPhone Gigante, para um mercado que não existia&#8230;</p>
<p>O mais interessante nessa entrevista é ver que em 1985 alguns desses projetos já existiam, pelo menos no campo das idéias, na mente de Steve Jobs.</p>
<p>Sem dúvida uma leitura imperdível para quem gosta de tecnologia.</p>
<p><span id="more-117"></span><strong>Playboy:</strong> Claro, você acredita que os computadores irão mudar nossas vidas pessoais, mas como você persuadiria um cético?</p>
<p><strong>Steve Jobs:</strong> Um computador é a ferramenta mais incível que já vimos. Pode servir como máquina de escrever, centro de comunicação, uma super calculadora, agenda, arquivo em um instrumento artístico tudo em um&#8230; Não há outra ferramenta que tem o poder e a diversidade de um computador. Nós não temos idéia do quão longe isso vai. Hoje, os computadores tornam nossa vida mais fácil. Eles fazem certos trabalhos em uma fração de segundos enquanto levariamos horas&#8230;</p>
<p>&#8230;A educação socrática não está mais disponível, e computadores têm o potencial de serem um avanço real no processo educacional quando usados por professores conscientes.</p>
<h3>Sobre a Internet</h3>
<p><strong>PB:</strong> &#8230;mas e sobre nossas casas?</p>
<p><strong>SJ:</strong> &#8230;Isto irá mudar: computadores serão essenciais na maioria dos lares.</p>
<p><strong>PB:</strong> O que irá mudar?</p>
<p><strong>SJ:</strong> A razão mais importante para a maioria das pessoas comprarem um computador para seus lares será para se conectarem a uma rede nacional de comunicações. Nós estamos apenas nos estágios iniciais do que será uma avanço incrível para a maioria das pessoas &#8211; tão marcante quanto foi o telefone.</p>
<p>(Preciso fazer uma pausa, porque o parágrafo abaixo é um dos melhores!)</p>
<h3>Sobre a &#8220;invenção&#8221; Mouse</h3>
<p><strong>PB:</strong> A maioria dos computadores usam teclados para inserir instruções, mas o Macintosh subistituiu a maneira de interagir com algo chamado mouse (rato em inglês) &#8211; uma pequena caixa que movida sobre a mesa direciona o ponteiro na tela de seu computador. É uma grande mudança para pessoas acostumadas com teclados. Porque o mouse?</p>
<p><strong>SJ:</strong> Se eu quero dizer para você que há uma mancha em sua camisa, eu não irei dizer lisguisticamente: &#8220;Há uma sujeira em sua camisa 14 centímetros abaixo do colarinho e 3 centímetros à esquerda do botão.&#8221; Se você tem uma mancha &#8211; &#8220;Aqui!&#8221; [Ele aponta] &#8211; Eu irei apontá-la. Apontar é uma metáfora que todos conhecemos. Nós fizemos vários estudos sobre isso, e é muito mais rápido fazer todo o tipo de função, como copiar e colar, com um mouse, e não é apenas mais fácil, mas mais eficiente também.</p>
<p>&#8230;</p>
<p><strong>PB:</strong> Deixando de lado certa crítica recorrente de que o mouse é inificiente, que o Macintosh tem uma tela preta e branca &#8211; a maior acusação é que a Apple superfatura seus produtos. Você se importa em respondê-las?</p>
<p><strong>SJ:</strong> Nós fizemos estudos que comprovam que o mouse é mais rápido do que maneira tradicionais de se mover entre seus aplicativos e dados. Algum dia possamos usar uma tela colorida a preços razoáveis. Sobre superfaturar, o início da produção de um produto torna-o mais caro do que ele será mais tarde&#8230;</p>
<h3>Acertos e Erros</h3>
<p><strong>PB:</strong> Mais nenhuma empresa de um bilhão de dólares feita na garagem?</p>
<p><strong>SJ: </strong>Não, eu acho que não no ramos de computadores&#8230;</p>
<h3>Notes, tablets e &#8220;iPads&#8221;&#8230; mobile</h3>
<p><strong>PB: </strong>E sobre portáteis menores?</p>
<p><strong>SJ: </strong>Eles são OK se você é um reporter tentando escrever algumas notas. Mas para o público comum, eles não são úteis, e não há software para eles&#8230; Espere até nós fazermos um &#8211; o poder de um Macintosh em algo do tamanho de um livro! (Um iPad? Eu sei, um Newton).</p>
<p>A entrevista tem muitas outras questões interessantes, como sobre as &#8220;blue boxes&#8221;, os primeiros computadores, o tempo que ele passou na Índia e seu encontro com um guru, o que os computadores poderiam vir a ser&#8230;</p>
<p>Você pode encontrar a entrevista completa, em inglês no site da Playboy: Playboy <a href="http://www.playboy.com/articles/playboy-interview-steven-jobs/index.html">Interview &#8211; Steven Jobs</a></p>
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		<title>Apple lança sistema de assinaturas para aplicativos</title>
		<link>http://macdicas.com.br/blog/apple-store-adiciona-assinaturas/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 01:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sgobin</dc:creator>
				<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[app store]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do lançamento do The Daily, todos esperavam o lançamento do modelo de assinaturas para a App Store. Maior expectativa foi criada depois da Apple barrar o aplicativo para eBooks da Sony, como uma mudança nas diretrizes sobre certos tipos de aplicativos disponíveis na App Store. Agora as coisa parecem esclarecidas. Concordando ou não o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Depois do lançamento do The Daily, todos esperavam o lançamento do modelo de assinaturas para a App Store. Maior expectativa foi criada depois da Apple barrar o aplicativo para eBooks da Sony, como uma mudança nas diretrizes sobre certos tipos de aplicativos disponíveis na App Store.</p>
<p>Agora as coisa parecem esclarecidas. Concordando ou não o sistema parece funcionar da seguinte forma: você quer oferecer algum tipo de assinatura via alguma App? Digamos uma assinatura mensal de um periódico, revista, etc. Com o novo sistema de assinaturas na App Store se o usuário comprar a assinatura através do aplicativo ( as chamadas in App purchases ) a Apple retém 30% do valor (o mesmo sistema já utilizado). Se o usuário comprar a assinatura por outro meio, por exemplo, comprar a assinatura de um periódico para o Kindle via site da Amazon, a Apple não retém os 30%.</p>
<p><span id="more-109"></span><br />
O que mudou no esquema e que ao meu ver foi o que barrou a App da Sony, é que agora torna-se obrigatório oferecer a mesma oferta através da compra direta via aplicativo, o que não era obrigatório antes.</p>
<p>Para exemplificar, vejamos o caso do Kindle App. Hoje, para comprar alguma assinatura, você precisa utilizar o site da Amazon. Não existe assinatura direta a partir do aparelho. Com o novo modelo, se a Amazon quiser assinaturas distribuídas no aplicativo Kindle para iPhone/iPad vai precisar oferecer a mesma ( ou melhor ) oferta via in App purchase.</p>
<p>Muita gente não deve estar gostando disso, porque a Apple quer abocanhar 30% de um negocio no qual não tinha controle. Mas segundo informações divulgadas no &#8220;bafafá&#8221; envolvendo o leitor da Sony, isso de certa forma já havia nas cláusulas, só que agora resolveram cobrá-las.<br />
Ruim para certas empresas, melhor para o usuário final. Um dos grandes trunfos da Apple é a facilidade de se adquirir os aplicativos e agora, quem sabe, algumas assinaturas. Mas mais importante do que a aquisição é a facilidade de cancelamento. Alguém aqui já teve dor de cabeça tentando cancelar a assinatura de alguma revista?</p>
<p>Bem, o novo sistema via Apple funcionaria com simplicidade tanto para adquirir, quanto para cancelar a assinatura: bastaria entrar em sua conta, em assinaturas e cancelar a cobrança.<br />
Aparentemente tem tudo para funcionar, o que vai contar será como as gigantes como Amazon irão receber esse modelo. Segundo dados iniciais, as empresas teriam 4 meses para se adaptarem ao novo modelo.</p>
<p>Convenhamos que 30% é uma bela fatia do bolo. E que se você tem a oportunidade de comprar algo direto da App, sem ter que logar em outro site, e ainda assim, com o mesmo valor; parece que todos escolheriam a facilidade.</p>
<p>Agora é esperar a resposta dos outros grandes jogadores.</p>
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		<title>Acelerando sua internet com o DNS do Google</title>
		<link>http://macdicas.com.br/blog/acelerando-sua-internet-com-o-dns-do-google/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 13:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sgobin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mac]]></category>

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		<description><![CDATA[O google acaba de lançar seu servidor público de DNS. O que é DNS? Funciona assim, quando você digita o endereço em seu browser ele precisa descobrir &#8220;em qual computador&#8221; o site está localizado em toda a internet. Então ele executa um DNS lookup, isto é, pergunta a um servidor que tem uma lista desses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O google acaba de lançar seu servidor público de DNS. O que é DNS? Funciona assim, quando você digita o endereço em seu browser ele precisa descobrir &#8220;em qual computador&#8221; o site está localizado em toda a internet. Então ele executa um DNS lookup, isto é, pergunta a um servidor que tem uma lista desses endereços armazenados onde encontrar determinado site. Se dentro daquela página que você entrou existirem referências a outros domínios, novos DNS lookups são realizados. Seu computador faz o pedido ao servidor e fica esperando ele responder com o endereço para poder continuar.</p>
<p>Para se ter uma idéia de como isso pode influenciar a sua navegação, há alguns meses quando o serviço de speedy da telefônica entrou em colapso e muita gente ficou sem internet, muitos dos que usavam um serviço de DNS que não o da telefônica continuaram navegando normalmente.</p>
<p>O que pode acontecer é que as vezes você tem a conexão, mas o servidor DNS de seu provedor pode estar sobrecarregado deixando a navegação lenta ou até mesmo respondendo servidor não encontrado.</p>
<p>Dessa maneira quanto maior a velocidade do servidor DNS de responder aos pedidos melhor. Um usuário normal de internet faz centenas ou até milhares de pedidos por dia. Essa resposta depende de vários fatores, como capacidade, conexão, velocidade do servidor e mesmo da maneira como o serviço funciona.</p>
<p>Para configurar o servidor DNS do google em seu mac:</p>
<p><span id="more-97"></span></p>
<h3>Configurando Servidores DNS no MAC OS</h3>
<p>Antes de você comerçar vale lembrar que isso não vai fazer mágica e transformar sua conexão de 256kbits em uma de 50mbit! São diversos os fatores, e isso pode tanto melhorar quanto piorar a sua navegação.</p>
<p>Como configurar vai depender de como você está recebendo o acesso. Se você usa um roteador e tem uma rede doméstica, você tem tanto a opção de alterar o serviço por máquina ou então no roteador para todas de uma vez.</p>
<p>Você pode até mesmo acrescentar vários endereços de servidores em ordem de prioridades, assim, quando um falha você pode usar outro. Para mudar o servidor DNS em sua máquina siga estes passos (talvez você precise de privilégios de admnistrador):</p>
<ol>
<li>Preferências do Systema &gt; Network;</li>
<li>Selecione a conexão que você está usando. Ethernet para rede com fios e Airport para a sem fios e depois clique em Avançado;</li>
<li>Selecione a aba DNS. Você vai ver um ou mais endereços para a lista de servidores DNS. A lista está em ordem de prioridade, sendo o mais acima o servidor que é consultado primeiro; se ele falhar tenta-se o debaixo. O ideal é acrescentar o serviço do Google à sua lista com maior prioridade.</li>
<li>Clique no + e você verá um novo quadro aparecer na lista. Digite: 8.8.8.8 e depois pressione Enter;</li>
<li>Clique novamente no + e na nova caixa digite: 8.8.4.4 e depois pressione Enter;</li>
<li>Agora com o mouse Arraste o endereço 8.8.8.8 para o topo da lista e 8.8.4.4 para o segundo lugar.</li>
<li>Clique OK e Aplicar.</li>
</ol>
<p>Pronto, você vai começar a usar os servidores de DNS do Google.</p>
<h3>Considerações Importantes</h3>
<p>O custo do serviço é a <del datetime="2009-12-04T13:13:54+00:00">sua privacidade</del>, zero. <span style="text-decoration: line-through;">Teorias da Conspiração a parte, é claro que o plano do Google de dominar o mundo vai utilizar-se desse serviço</span>. Se vocês está preocupado com o tipo de informação coletada pelo Google quando você utiliza esse serviço é dê uma lida na <a title="Politica de Privacidade do Serviço de DNS do Google" href="http://code.google.com/speed/public-dns/privacy.html" target="_blank">política de privacidade</a>.</p>
<p>É um serviço que não é barato de ser mantido, é claro que alguma coisa o Google precisa ganhar com isso. Outros serviços parecidos usam diversos meios para gerar lucro. O<a href="http://www.opendns.org" target="_blank"> OpenDNS</a>, outro servidor público de DNS que é ótimo, quando você digita um domínio que não existe, mostra uma página de busca com termos parecidos. O que as vezes é bom, as vezes é ruim.</p>
<p>Eu estou testando esse serviço do Google, antes usava o OpenDNS, que ainda está na lista. E dependendo das impressões que eu tiver, vai voltar a ser o principal.</p>
<p>Aqui no escritório eu uso uma lista um pouco grande de servidores DNS. Como usamos um servidor LAMP para testar desenvolvimento web, inventamos nomes para os sites e quem resolve esses nomes é o nosso servidor próprio.</p>
<p>Outra coisa importante é que você não vai sentir qualquer diferença imediata, ou mesmo nem vai sentir diferença para melhor. Isso porque primeiro seu computador armazena um cache com essa lista de endereços, pois é mais rápido primeiro consultar se esse endereço que você procura não foi visitando antes e está armazenado em seu computador. Essa lista é atualizada periodicamente, mas não sei o tempo. Você pode forçar a limpeza da lista via terminal com &#8220;dscacheutil -flushcache&#8221; . Ou ainda o servidor de DNS de seu servidor pode ser esperto o suficiente para bater o do Google em eficiência.</p>
<p>Aproveite para comentar o que você acha do serviço do Google e de outros similares.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>TabletMac &#8211; Um review dos rumores do leitor de livros da Apple</title>
		<link>http://macdicas.com.br/blog/tabletmac-um-review-dos-rumores-do-leitor-de-livros-da-apple/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 11:16:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sgobin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[tablet]]></category>
		<category><![CDATA[tabletmac]]></category>

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		<description><![CDATA[Já faz muito tempo que vem se falando de um tablet da Apple. Os rumores variam com algo com características dos eBook Reader (PRS da Sony e Kindle da Amazon) e um notebook com touch screen. Várias datas de lançamento apareceram e passaram, mas nada do novo gadget revolucionário. Mas então porque ficar especulando nesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz muito tempo que vem se falando de um tablet da Apple. Os rumores variam com algo com características dos eBook Reader (PRS da Sony e Kindle da Amazon) e um notebook com touch screen. Várias datas de lançamento apareceram e passaram, mas nada do novo gadget revolucionário. Mas então porque ficar especulando nesse assunto?</p>
<p>Acontece que ultimamente têm surgido &#8220;provas de conceito&#8221; elaboradas não pelos costumeiros macfans, mas por empresas do calibre da Time Inc. Veja esse video de como eles pretendem lançar a revista Sports Illustrated para um dispositivo como esse:</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ntyXvLnxyXk&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ntyXvLnxyXk&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p><span id="more-86"></span></p>
<p>Coming Soon? 2010? Seria possível criar algo desse tipo apenas baseada nas mesmas informações que nós temos do tablet (ou seja nada), ou eles têm algum tipo de informação mais específica como resolução, tipo de tela, sistema operacional? Podemos pensar que seja um dispositivo específico deles mas se você notar a partir de 2:14 pode ver as barras de rolagem &#8220;aqua&#8221; do os x. Seria porque o video de demonstração fui feito em um Mac? Ou seria porque o dispositivo usa algum sabor de OS X? Quem criou o video de demonstração foi a Wonder Factory apenas como um conceito, mas o que mais me chamou atenção é o uso do &#8220;em breve&#8221; e depois a data &#8220;2010&#8243;.</p>
<h3>Mais Informações Interessantes</h3>
<p>Como se não bastasse, a Wired também colocou um video conceito de um gadget que eles chamaram de Wired&#8217;s iTablet App:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BLc-8gT2eKg&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/BLc-8gT2eKg&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>O video foi apresentado em uma feira promocional da Wired em Nova York no mês passado. Eu acabei não dando muita atenção ao video porque o software teria sido desenvolvido em Adobe Air. Como a Apple tem &#8220;rejeitado&#8221; de uma forma ou de outra o Flash para iPhone o possível tablet também não rodaria.</p>
<p>Outra notícia divulgada nesses dias e confirmada no site da Macworld ontem foi a de que a Apple comprou a marca TabletMac da Axiotron. Para quem não sabe a Axiotron é uma empresa que transforma seu macbook em um note com touch screen. Para que comprar esse nome?</p>
<p>Também no mês passado a CNN publicou em seu site um artigo em que considera possíveis valores, possíveis configurações e ainda usa o termo: &#8220;one gadget to rule them all&#8221;. E apareceram rumores de que o The New York Times estaria trabalhando com a Apple em um modelo de jornal para ser distribuído no aparelho. E um editor chefe teria dado com a lingua nos dentes e revelado algo sobre o dispositivo.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>A aposta mais acertada até agora é a que não há nada de concreto. Mas como não é esse tipo de aposta que paga mais eu estou apostando depois desses rumores de que o aparelho existe e está para ser lançando agora no ano que vem. A WWDC de 2010 ainda não tem data definida, mas é um evento em que o aparelho pode ser apresentado ou então em um evento exclusivo. Ou então como não teremos Macworld ano que vem o CEO da década poderia muito bem &#8220;arrasar&#8221; a CES em janeiro com o anúncio do aparelhinho.</p>
<p>Como ele vai ser? Se você procurar por apple tablet no google images vai acabar escontrando vários possíveis mockups do dispositivo. Isso me fez lembrar do lançamento do Mac Mini, algo como uma semana antes da conferência apareceram umas imagens de um aparelho feito de papel que no final era muito semelhante ao que realmente foi lançado (Eu tentei encontrar a imagem mas não achei). É provavel que algum destes conceitos seja realmente muito próximo ao verdadeiro.</p>
<p>Embora a Apple tenha alguns fiascos no meio do caminho, ultimamente ela tem revolucionado em áreas que outros já haviam tentando. Na época dos rumores sobre a Apple entrar no mercado de celulares eu me lembro de um artigo de um colunista da pcmag dizendo porque a Apple ia se dar mal ao tentar competir com a Motorola e a Nokia em um mercado em que ela não entendia nada (é uma pena eu não ter encontrado mais o artigo), todo mundo sabe o que aconteceu e quem acabou ficando mal das pernas. Ou quando o tijolinho do iPod 1G apareceu&#8230;</p>
<p>É um mercado muito novo e o próprio Jobs disse que as pessoas não estão interessadas em ler, por isso eu apostaria em um aparelho muito mais multimedia. Embora nesse conceito da Sport Illustrated já apareçam características do &#8220;Profeta Diário&#8221;, o que pode fazer o dispositivo vingar é a capacidade de se manter on-line e atualizado. E esta é uma grande saída para a mídia impressa que anda em dificuldades. Os jornais diários que eram fonte de informação agora estão sempre atrasados. Outro dia vendo uma entrevista do Ruy Castro no Canal Brasil ele dizia (vou parafrasear) que após um jogo do Brasil conversava com um amigo e disse, se amanhã o jornal estampar o placar do jogo como manchete, ele está acabado mesmo. No outro dia a manchete era &#8220;Brasil vence por X a 0. Talvez por isso as editoras estejam tão interessadas nesse dispositivo, você pode ter uma manchete que vai se atualizando conforme as coisas acontecem, ou acompanhar o próprio jogo em video.</p>
<p>Das duas uma, ou essas empresas já estão em negociação sobre a distribuição de seus conteúdos ou então estão apenas especulando com medo de ficarem para trás como aconteceu na distribuição de músicas e terem de se submeter aos desejos da Apple.</p>
<p><strong>Alguns dos links citados no post:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://images.google.com/images?hl=en&#038;rls=en&#038;um=1&#038;q=apple+tablet&#038;sa=N&#038;start=0&#038;ndsp=18" target="_blank">Alguns mockups</a></li>
<li><a href="http://money.cnn.com/2009/11/16/technology/apple_tablet/" target="_blank">Artigo CNN Money</a></li>
<li><a href="http://www.pcworld.com/article/174332/apple_tablet_did_the_new_york_times_spill_the_beans.html" target="_blank">New York Times e o Tablet</a></li>
<li><a href="http://www.axiotron.com/index.php?id=home" target="_blank">Modbook da Axiotron</a></li>
<li><a href="http://www.axiotron.com/index.php?id=home" target="_blank">Modbook da Axiotron</a></li>
</ul>
<p>Faltou encontrar as imagens do mockup do Mac Mini feito de papel e o artigo da Macworld. Se alguem souber pode enviar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um review do novo magic mouse</title>
		<link>http://macdicas.com.br/blog/um-review-do-novo-magic-mouse/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 11:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sgobin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[magic mouse]]></category>
		<category><![CDATA[mouse]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uma semana eu adquiri o novo mouse da Apple, um colega que estava em viagem conseguiu comprar os últimos dois que haviam em uma Apple Store em Miami. A primeira impressão visual que você tem do mouse é muito boa, ele é simplesmente lindo, ainda mais se você comparar com aquela coisa feia que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma semana eu adquiri o novo mouse da Apple, um colega que estava em viagem conseguiu comprar os últimos dois que haviam em uma Apple Store em Miami. A primeira impressão visual que você tem do mouse é muito boa, ele é simplesmente lindo, ainda mais se você comparar com aquela coisa feia que é o mighty mouse. A embalagem em si já é diferente, apenas uma capinha de plástico rígido que deixa aparecer todo o mouse. Afinal, quando você tem um produto bonito não precisa escondê-lo em uma caixa de papelão com aquele monte de fotos e texto.</p>
<p><span id="more-71"></span></p>
<h3>Unboxing</h3>
<p>Em primeiro lugar já vou avisando que as fotos foram feitas do iphone e que meu &#8220;tremor essencial&#8221; associado a camera &#8220;malemá&#8221; do telefone podem não terem produzido as melhores fotos que vocês vão ver. Mas já dá para ver o conteúdo e alguns detalhes do bichinho.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Box Magic Mouse" src="http://www.macdicas.com.br/blog/imagens-posts/IMG_0036.jpg" alt="" width="500" height="400" /></p>
<p>Na caixa você vai encontrar o corpo principal do mouse, duas pilhas AA, um pequeno manual, manual da garantia e um panfleto sobre a certificação bluetooth.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Box Magic Mouse" src="http://www.macdicas.com.br/blog/imagens-posts/IMG_0037.jpg" alt="" width="500" height="400" /></p>
<p>A plaquinha de metal que você encontra na foto é a tampa inferior. Abaixo ela em maior detalhe.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Box Magic Mouse" src="http://www.macdicas.com.br/blog/imagens-posts/IMG_0038.jpg" alt="" width="500" height="400" /></p>
<p>O perfil do mouse também impressiona, digno do senhor Ive, e é bem provável que ele tenha participação no design do mouse também.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Box Magic Mouse" src="http://www.macdicas.com.br/blog/imagens-posts/IMG_0039.jpg" alt="" width="500" height="300" /></p>
<p>E por fim um detalhe do botão on/off e do leitor:</p>
<p><img class="aligncenter" title="Box Magic Mouse" src="http://www.macdicas.com.br/blog/imagens-posts/IMG_0041.jpg" alt="" width="400" height="500" /></p>
<h3>Instalação</h3>
<p>No manual do mouse ele cita ser necessário o Snow Leopard 10.6.2 ou Leopard 10.5.8, conferindo meu sistema estava com o 10.6.1 então eu suspeitei que ainda não tivesse feito o upgrade, acontece que o Software Update não achou nenhum 10.6.2 &#8211; a Apple ainda não havia disponibilizado o update. Graças ao Google eu encontrei um artigo na KB com o download para os drivers. Como enquanto eu escrevo já saiu o 10.6.2 quem tentar instalar agora não vai ter esse problema.</p>
<p>Depois de instalado o driver/update, foi só ir até as preferências do sistema > mouse e selecionar configurar mouse BT. O mouse foi reconhecido e a janela mudou para a janela do novo mouse. Assim como acontece com a janela de configuração do trackpad nos macbooks multitouch, a janela do magic mouse também vai mostrando pequenos videos das novas opções de uso do mouse conforme você avança por elas:</p>
<p><img class="aligncenter" title="Box Magic Mouse" src="http://www.macdicas.com.br/blog/imagens-posts/sc-mouse.jpg" alt="" width="500" height="358" /></p>
<h3>Primeiras Impressões</h3>
<p>Meu antigo mouse era um mighty mouse gordinho, então a primeira impressão ao utilizar o novo magic mouse é que alguma coisa está faltando. Eu tenho uma mão grande então parece que fica faltando alguma coisa ao movimentar o novo mouse, algo como ele não &#8220;preenche a mão&#8221;. Então leva algum tempo para você se acostumar com a &#8220;pegada&#8221;.</p>
<p>Quanto há qualidade do tracking ela pareceu a princípio muito boa, mas agora com certo tempo de uso as vezes parece que ele dá uma escorregada. Primeiro eu pensei que fosse porque ele se desligasse quando ficava parado, como quando você está escrevendo alguma coisa por um tempo e então vai movimentar o mouse. Isso costuma acontecer com mouses sem fio, eles ficam em stand-by para economizar energia e leva algum tempo para detectarem o movimento. Mas agora depois de algum tempo usando não é bem isso que acontece. Eu nem ia citar esse problema porque as vezes ele não aparece, mas acabei dando uma olhada no google e existem várias fontes citando o mesmo problema e alguns tópicos nos foruns da Apple com alguma possíveis soluções.</p>
<p>Como o mouse é novo, e eu arrisco dizer que com o 10.6.2 o problema diminuiu bastante, é provavel que o problema seja resolvido logo ou que você até mesmo nem perceba que ele exista, dependendo do uso que você faz dele.</p>
<h3>Faltam Botões</h3>
<p>Sem dúvida o Magic Mouse é o melhor mouse Apple que já tive, só dele não ter aquela bolinha é uma maravilha. Não conheço uma pessoa que não tenha encrespado com a bolinha de rolagem do mighty mouse, com o tempo ela ficava suja e começava a falhar. Limpar virando ele de cabeça para baixo já não funcionava e você acabava tendo que abrir o mouse que era colado para limpar a poeira que se acumulava. Com esse novo mouse com certeza não vou ter esse problema!</p>
<p>Mas como tudo tem dois lados, a bolinha do mighty mouse também servia de botão do meio. Aqui começa minha principal crítica quanto ao novo mouse: faltam-lhe botões.  Não que eu queira um <a href="http://warmouse.com" target="_blank">OOmouse</a> mas eu tinha o mighty mouse configurado de uma maneira muito eficiente para meu workflow. Explico.</p>
<p>Primeiro quanto aos botões padrão. O botão do meio hoje em dia é parte integrante de um mouse quando vou escolher. Se você usa algum programa em 3D ele é praticamente indispensável para o trabalho. No Maya e no Cinema 4D os cada um dos botões tem uma função para você &#8220;rodar, mover e dar zoom&#8221; na área de trabalho. Para o caso da ausência deste botão, <a href="http://clement.beffa.org/labs/projects/middleclick/" target="_blank">este hack</a>, que há principio servia para &#8220;emular&#8221; um botão do meio nos trackpads, parece funcionar também no magic mouse; mas eu ainda não testei. Se alguém usa, por favor, comente aí sua impressão.</p>
<p>Outro botão que eu estou sentindo falta era aquele botão lateral do mighty mouse, eu o havia configurado para abrir o exposé. Era uma mão na roda e eu acabo espremendo o magic mouse aqui de vez em quando de acostumado que estava com a função. Preciso arrumar algum outro jeito de fazer isso ou me acostumar com o atalho do teclado novamente.</p>
<h3>As Qualidades</h3>
<p>Faz pouco mais de uma semana que eu estou com o mouse, mas o rolar das páginas com &#8220;momentum&#8221; é show! Dependendo da velocidade com que você rola a página ele continua o movimento por certo tempo, algo como uma conservação da quantidade de movimento (Q=mv ? &#8211; era isso? hehehe). Quando você se acostuma com ele pode rolar a página com maior velocidade para chegar logo onde você quer, tem até umas &#8220;magic tricks&#8221; que você vai adquirindo, por exemplo, se você rola e ele estiver no momentum, ao tocar novamente o mouse ele pára naquela posição.</p>
<p>Além do sistema funcionar em qualquer direção ele funciona em vários aplicativos. Dependendo de sua placa de video, até mesmo no Photoshop você consegue usar o momentum.</p>
<p>Outra característica que eu acho que vai ser muito explorada é que agora a superfície é programável e não apenas os botões. Por enquanto você ainda não pode mudar muito as características como acontece no trackpad de se poder configurar o exposé como sendo movimento de três dedos para cima. Mas a tecnologia do trackpad com o novo mouse é parecida, se não a mesma. O próprio hack do botão do meio ser emulado por um clique com três dedos mostra que o mouse tem possibilidades não exploradas e que podem ser ativadas &#8220;via software&#8221;.</p>
<p>Minha suposição é que ou a Apple vai introduzir novas características com o tempo ou a comunidade vai se encarregar de ativá-las. Quem sabe elas já não estão implementadas e logo comecem a aparecer &#8220;default write&#8221; &#8216;s para configurá-las?</p>
<h3>A nota final</h3>
<p>O magic mouse serve no mínimo para impressionar, até quem não é muito chegado em tecnologia nota ele de longe. O iMac merecia um mouse mais bonito mesmo!</p>
<p>Quanto a funcionalidade ele é um mouse bem acima da média, talvez não tão preciso quanto um MX Revolution, mas supre as necessidades. Só ficam as ressalvas quanto a ausência de certos botões que eu creio logo serão resolvidas.</p>
<p>Meu último comentário é quanto a ergonomia, o mighty mouse é feio mas parece que minha mão descansava melhor nele que no novo mouse. Esse é o detalhe que fará a maior diferença, principalmente para usuários que passam longo tempo usando o mouse. Parece que ele não se encaixa muito bem para mãos maiores como a minha, mas pode ser uma questão de adaptação.</p>
<h3>Preço Brasil</h3>
<p>Para variar aqui as coisas são muito caras, o Mighty Mouse, que na Apple Store chama-se só Apple Mouse (quanto ele perdeu o Mighty?) custa R$ 159,00 na Apple Store Brasil. Se for mantida a mesma relação de preço da Apple Store Americana o valor deve ficar em torno de R$ 220,00 a R$ 230,00. Bem razoável considerando-se o preço de bons mouses de outras marcas.</p>
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